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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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O acordo de capitulação nacional

Quinta-feira, 18.07.13

Seriamente preocupado com alguns sinais que indicam que o PS poderá assinar o suposto acordo de salvação nacional, patrocinado pelo Presidente da República.

Sem conhecer o texto do acordo, julgo que caso o PS viesse a assinar, se trataria de uma atitude politicamente errada e contrária aos interesses de Portugal e da Europa.

Exponho agora as minhas 3 principais razões que me levam a achar que o PS não poderá assinar um documento com o PSD e CDS nesta altura:

 

1) As instituições europeias (incluo aqui a Alemanha) têm seguido uma caminho profundamente errado na presente crise. Confrontadas, com resultados catastróficos, as instituições europeias procuram mascarar a catástrofe em vez de procurar alterar as políticas erradas.

Indignam-se por isso com os mea culpas que têm sido emitidos pelo FMI e negligenciam os impactos sociais que as suas políticas têm causado em países como Grécia, Portugal, Espanha, Itália ou mesmo na Irlanda.

Um acordo entre PSD, PS e CDS, constituiria uma alinhamento com esta farsa, uma espécie de assobiar para o lado, um assistir impávido ao desmoronamento da Europa com que sonhámos.

É do interesse da Europa, da Europa dos cidadãos, que a farsa que as suas instituições nos procuram vender seja desmacarada rapidamente. A assinatura do acordo será uma contribuição para a farsa. A não assinatura deste acordo será mais um murro no estômago para Merkel, Barroso ou Rehn. 

 

2) Portugal precisa de dizer claramente que não se revê nas políticas que são impostas pela Troika, que só por uma obrigação forçada é que mais medidas de austeridade poderão ser implementadas. Portugal tem de ser um novo caso que demonstre que a solução imposta pelas instituições europeias apenas poderão ser implementadas por uma ditadura despótica.

A assinatura de um acordo, nos moldes em que Cavaco o solicitou, seria assim uma nova e voluntária capitulação perante as políticas absurdas que nos têm imposto (e que o Governo PSD/CDS implementa com gosto e em dobro), o que seria profundamente contrário ao interesse nacional.

 

3) Para além destas razões que se prendem com o interesse da Europa e de Portugal, o PS tem óbvias razões partidárias para não assinar este acordo, sobre as quais já me debrucei aqui.

 

PS: Das três razões, a partidária é claramente a menos importante.

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por sitiocomvistasobreacidade às 11:05








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