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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Artigo de Krugman bastante esclarecedor

Sábado, 25.02.12

Um artigo para ser lido aqui

Sabia que entre 1999 e 2007 a Alemanha teve um défice médio anual mais elevado do que Portugal?

Por estes e outros motivos o artigo de krugman deverá ser lido com atenção.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:24

Esclarecimento de Augusto Santos Silva

Sexta-feira, 24.02.12

Para quem já passou por este blogue anteriormente, já sabe o que eu penso do estado dos nossos media: uma vergonhosa máquina manipuladora, que nos vende, em todas as suas edições, os ideais liberais que interessam aos empresários de direita que os detêm: privatizações, liberalizações das relações de trabalho. Pelo caminho, destroem os principais adversários políticos. No caso, o PS, cujos dirigentes são recorrentemente fustigados com difamações e insinações nada inocentes.

Importa, pois, divulgar um esclarecimento de Augusto Santos Silva no Facebook, porque é expectável que os media que divulgaram com gosto a difamação silenciem agora a resposta.

 

Já disponho da informação relevante relativamente ao assunto de que o "Correio da Manhã" fez manchete na passada terça-feira, dia 21 de fevereiro de 2012, sob o título "Cartões milionários na Defesa" e com a minha fotografia.
Tenho dois factos para divulgar e três comentários a fazer.
Os factos:
1. O total de pagamentos efetuados com o cartão de crédito que utilizei como ministro da Defesa foi de 2.954,39 euros (dois mil, novecentos e cinquenta e quatro euros, e trinta e nove cêntimos). Considerando que estive 20 meses nesse lugar, isto dá uma média mensal de 147,72 euros (cento e quarenta e sete euros, e setenta e dois cêntimos).
2. Os esclarecimentos que entretanto obtive tornaram firme no meu espírito a convicção de que na origem da "notícia" do CM está apenas a agenda político-mediática deste jornal. Na sequência do recente trânsito em julgado de um processo movido pela Associação Sindical dos Juízes ao anterior governo, os ministérios encontram-se obrigados a fornecer este tipo de informações.
Agora os comentários:
3. Agradeço ao Ministério da Defesa, na pessoa dos seus mais altos responsáveis, a celeridade com que me facultou a informação que solicitei, compreendendo a sua relevância para a defesa da minha honra pessoal e, na minha modesta opinião, também para a defesa da dignidade institucional das funções que tive o privilégio de exercer.
4. Acredito que os dados que agora divulgo serão suficientes para esclarecer a dúvida que vi ainda persistir, naturalmente, na mente de pessoas que de boa fé comentaram este caso: perceberão melhor que, tendo eu consciência, não do valor exato, mas da ordem de grandeza dos pagamentos que fazia com o cartão de crédito, não me preocupasse minimamente em averiguar qual o valor do seu "plafond".
5. É possível debater estas questões fora do círculo da demagogia populista. O que interessa é o valor global das despesas dos gabinetes dos membros do Governo, qualquer que seja o meio de pagamento usado (numerário, cartão, cheque, transferência, etc.). Este valor é documentado, despesa a despesa, por quem a faz. É certificado, despesa a despesa, pela secretaria-geral do ministério respetivo. É escrutinado politicamente pelo Parlamento e financeiramente pelo Tribunal de Contas. O seu valor anual consta das leis do Orçamento e dos relatórios de execução orçamental. É conhecido publicamente e regularmente objeto de notícias da imprensa.

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:45

Zeca - Os Índios da Meia Praia

Quinta-feira, 23.02.12

Os Indios Da Meia Praia
Aldeia da Meia Praia
Ali mesmo ao pé de Lagos
Vou fazer-te uma cantiga
Da melhor que sei e faço

De Montegordo vieram
Alguns por seu próprio pé
Um chegou de bicicleta
Outro foi de marcha à ré

Quando os teus olhos tropeçam
No voo de uma gaivota
Em vez de peixe vê peças de oiro
Caindo na lota

Quem aqui vier morar
Não traga mesa nem cama
Com sete palmos de terra
Se constróI uma cabana

Tu trabalhas todo o ano
Na lota deixam-te nudo
Chupam-te até ao tutano
Levam-te o couro cabeludo

Quem dera que a gente tenha
De Agostinho a valentia
Para alimentar a sanha
De esganar a burguesia

Adeus disse a Montegordo
Nada o prende ao mal passado
Mas nada o prende ao presente
Se só ele é o enganado

Oito mil horas contadas
Laboraram a preceito
Até que veio o primeiro
Documento autenticado

Eram mulheres e crianças
Cada um com o seu tijolo
Isto aqui era uma orquestra
Quem diz o contrário é tolo

E se a má língua não cessa
Eu daqui vivo não saia
Pois nada apaga a nobreza
Dos índios da Meia-Praia

Foi sempre tua figura
Tubarão de mil aparas
Deixas tudo à dependura
Quando na presa reparas

Das eleições acabadas
Do resultado previsto
Saiu o que tendes visto
Muitas obras embargadas

Mas não por vontade própria
Porque a luta continua
Pois é dele a sua história
E o povo saiu à rua

Mandadores de alta finança
Fazem tudo andar para trás
Dizem que o mundo só anda
Tendo à frente um capataz

Eram mulheres e crianças
Cada um com o seu tijolo
Isto aqui era uma orquestra
Que diz o contrário é tolo

E toca de papelada
No vaivém dos ministérios
Mas hão-de fugir aos berros
Inda a banda vai na estrada

Sobre o documentário de António da Cunha Teles ler aqui.

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por sitiocomvistasobreacidade às 13:49

Respeitinho às manifs ou mero bom senso?

Quinta-feira, 23.02.12

Não sei se será por respeitinho ao povo que se manifesta nas ruas, especialmente em Valência...

 

["Somos o povo, não o inimigo

Milhares de pessoas voltaram a marchar hoje em Valência por um ensino de qualidade e contra as cargas policiais dos últimos dias."]

 

...Ou se é mero bom senso, a verdade é que o Governo de Rajoy não mostra ser um fanático adepto da austeridade.

 

["Espanha pede a Bruxelas menos austeridade para este ano

O presidente do Governo espanhol, Mariano Rajoy, considera um "suicídio" passar dos 8% de défice orçamental registados em 2011 para os 4,4 definidos para este ano e vai pedir o alargamento da meta à Comissão Europeia."]

 

Também parece ser verdade que a estratégia pode dar alguns, embora magros, resultados.

 

["Bruselas será ligeramente flexible con los objetivos de déficit de España de 2012

Fuentes comunitarias admitieron a EL PAÍS que Bruselas “flexibilizará ligeramente” los objetivos de recorte de déficit si varios países lo necesitan. España es uno de ellos. Y las próximas previsiones, que se conocen hoy jueves, auguran un desplome mayor de lo esperado: más recesión (o menos crecimiento) implica más destrucción de empleo, más cierres de empresas, menos ingresos públicos, más gastos en el seguro de desempleo y en muchos otros capítulos. Ese es el círculo vicioso que hay que romper".]

 

Concluindo, o Governo de Rajoy tem para já um mérito, que seguramente pessoas mais conservadoras apreciarão: Vem recordar que ser de direita não significa necessariamente ser-se estúpido.

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por sitiocomvistasobreacidade às 09:44

Chineses querem renováveis

Quinta-feira, 23.02.12

Para o bem e para o mal, Portugal, com a venda da EDP e REN, não terá grande capacidade de impor a sua agenda energética. Agora, o Estado chinês terá sempre uma palavra decisiva na matéria. E a palavra está dada:

Confio no compromisso do Governo de manter apoios às renováveis

Se o Governo quiser dar uma benesse ao lobby do nuclear liderado pelo "empresário" Patrick Monteiro de Barros, terá de explicar isso muito bem à China.

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por sitiocomvistasobreacidade às 07:48

Portugal não subscreve pedido de política de crescimento e emprego

Terça-feira, 21.02.12

A carta que apela a políticas de crescimento e de emprego e que Portugal não subscreveu pode ser lida aqui. Esta carta foi assinada por  12 líderes europeus, incluindo Espanha, Reino Unido, Itália, Polónia, Holanda e Irlanda.

Pode-se até não concordar com uma ou outra medida (e não concordo, de facto, com todas), mas o simples fato de se pedir um agenda centrada no crescimento e emprego, justificaria o apoio do governo português.

Mas por cá já se sabe: o Governo está deslumbrado com a austeridade (assim como a França e Alemanha, cujos líderes também não assinaram o documento), e deverá achar que a Europa não precisa de mais nada a não ser cortar na despesa.

Interessante é também o fato do texto apontar para algumas medidas que foram centrais nas políticas do anterior governo, nomeadamente a aposta nas energias renováveis.

Second, we must step up our efforts to create a truly digital single market by 2015. The digital economy is expanding rapidly but cross-border trade remains low and creativity is stifled by a complex web of differing national copyright regimes.

(...)

We must also continue our efforts to build modern infrastructure to provide better broadband coverage and take-up and extend and promote e-government services to simplify the start up and running of businesses and aid the mobility of workers.

(...)

Urgent action is also needed, nationally and where appropriate collectively, to remove planning and regulatory barriers to investment in infrastructure to release the potential of the single market and support green growth and a low-emissions economy.

(...)

Fourth, we must redouble our commitment to innovation by establishing the European Research Area, creating the best possible environment for entrepreneurs and innovators to commercialise their ideas and create jobs, and putting demand-led innovation at the heart of Europe’s research and development strategy.

(...)

We should also reinforce trade relations with countries in the southern neighbourhood. Fresh impetus should be given to trade negotiations with strategic partners such as Mercosur and Japan.

(...)

Seventh, we must act nationally and, respecting national competences, collectively to promote well functioning labour markets which deliver employment opportunities and, crucially, promote higher levels of labour market participation among young people, women and older workers.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:22

Sacríficios e humilhações

Terça-feira, 21.02.12

Artigo de Mário Soares, no DN de hoje.

É certo que o argumento sempre utilizado pelo Governo é que "não há dinheiro". Mas talvez não seja bem assim. Há algum dinheiro que tem vindo a escoar-se em "buracos", alguns que são conhecidos, mas que o nosso Zé- -Povinho não soube como aconteceram. Tais como: o BPN, o BPP, e mais recentemente a Caixa Geral de Depósitos, a Madeira, etc., sendo que os presumíveis responsáveis continuam impunes e a Justiça, quanto a estes e a outros casos, mantém-se, silenciosa.

 

(...)

 

A vitória de Hollande - que será uma vitória da Esquerda - implicará uma mudança importante para a União Europeia. Não só por ele próprio o ter dito. Mas também porque o próximo ano - como hoje é claro - trará, provavelmente, outra derrota da Direita, a da chanceler Angela Merkel. Não parece haver dúvidas sobre isso. O que muda tudo. Tanto mais que em Novembro próximo é muito provável que Barack Obama conquiste um segundo mandato. Tenhamos pois esperança, porque uma nova política ajudará a vencer a crise. O mundo mudará, para melhor.

 

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 20:59

E o vencedor é...

Sexta-feira, 10.02.12

A notícia não mereceu a atenção da nossa imprensa, mas lá por isso (ou antes pelo contrário) não deixa de ser relevante.

 

"JP Sá Couto vence prémio por inovação no ensino escolar

 

A empresa que fabrica os computadores ‘Magalhães’, JP Sá Couto, foi premiada, na passada quarta-feira, na edição de 2012 dos Prémios Learning Without Frontiers (LWF), em Londres, na categoria “Inovação no Ensino Pré-Escolar e Primário”."

 

Na categoria em que a JP Sá Couto foi nomeada para candidata ao prémio (Primary & Pre-School Innovation Award), os competidores vieram da Inglaterra e de uma parceira entre empresas dos EUA, Finlândia e Suécia. O vencedor foi a empresa mal amada cá dentro, a JP Sá Couto. Bravo!
E assim vai este país à beira mar plantado. As pequenas invejas, mesquinhices e guerrinhas partidárias são suficientemente poderosas para deitar abaixo um projeto inovador e de grande interesse didático.
Têm de ser instituições internacionais a dizê-lo, porque por cá prefere-se fingir que nada se passou.
O desprezo com que o projecto Magalhães foi tratado pelo país, a começar pela imprensa, revela, na minha opinião, algumas das características mais negativas do que é ser Português e é um triste exemplo da irresponsabilidade de políticos que preferem vencer guerrinhas partidárias a baterem-se pelo interesse nacional.   

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por sitiocomvistasobreacidade às 11:12

Portugueses: emigrem!

Quinta-feira, 09.02.12

Curioso o apoio que a imprensa (principalmente a ligada à Ongoing) está a dar à política de incentivo à emigração tão acarinhada pelo Governo.

 

Brasil precisa de 60 mil engenheiros

 

Conheça a cidade alemã que quer contratar portugueses

 

Brasil precisa de oito milhões de técnicos superiores até 2015

 

Brasil vai precisar de oito milhões de quadros até 2015

 

Emprego lá fora: onde estão as melhores oportunidades?

 

E esta ainda é a melhor, porque vem do novo Presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional "Não há empregos, nem países para a vida".

 

É muito bonito ver assim uma imprensa tão colaborante com um Governo.

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por sitiocomvistasobreacidade às 12:27

Privatizações: Um mau negócio para o Estado

Quinta-feira, 09.02.12

Além de se perder um ativo estratégico essencial para que Portugal tenha alguma capacidade de defesa dos seus interesses numa àrea tão sensível como é a da energia, a venda da EDP e REN privará o Estado de uma importante fonte de receita ad-eternum.

 

"Novos accionistas da EDP e REN encaixam 140 milhões em dividendos

A Three Gorges, que comprou 21,35% da EDP, poderá receber cerca de 110 milhões de euros, considerando a expectativa de que a EDP venha a acrescentar 1,1 cêntimos ao dividendo pago no ano passado. Já a State Grid e a Oman Oil, que entraram no capital da REN, encaixam à volta de 28 milhões, a valores de 2010".

 

Com mais esta receita amputada ao Estado, já conhecemos as consequências a prazo: cortes na saúde pública, na educação, aumento do preços de transportes, etc. O capitalismo selvagem em que vivemos está pronto para engolir o Estado Social!

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:04








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