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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Grandes frases, grandes verdades

Sábado, 28.04.12
“If you're not careful, the newspapers will have you hating the people who are being oppressed, and loving the people who are doing the oppressing.”
― Malcolm X

“The media's the most powerful entity on earth. They have the power to make the innocent guilty and to make the guilty innocent, and that's power. Because they control the minds of the masses.”
― Malcolm X

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:09

PS votou a favor do novo Tratado Europeu

Sábado, 14.04.12

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por sitiocomvistasobreacidade às 16:05

Dedicado a José Seguro

Quinta-feira, 05.04.12

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:43

Prazo de validade da palavra de Gaspar: 86 dias e 17 horas

Quinta-feira, 05.04.12

No dia 10 de Janeiro, Gaspar disse: "Não são necessárias medidas adicionais de austeridade".

Na altura criei na margem direita do blog um contador do tempo para medir o prazo de validade do ministro. Com esta medida de austeridade (Reformas antecipadas proibidas na função pública), o prazo de validade está contado:

Nem 3 mesinhos vale, a palavra deste governante muito responsável que nos leva à ruína.

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por sitiocomvistasobreacidade às 19:00

Pedro Nuno Santos

Terça-feira, 03.04.12

Pedro Nuno Santos: por mim até podia ser amanhã, mas se não for amanhã que seja um dia: líder do Partido Socialista.

 

Deputado socialista apela ao voto contra o tratado orçamental

Pedro Nuno dos Santos, vice-presidente da bancada parlamentar socialista que apresentou hoje a demissão, considera que o Tratado é anti-democrático e diz "sentir-se inútil" como deputado.

 

O deputado socialista Pedro Nuno dos Santos afirmou hoje num colóquio, organizado pelo Instituto Europeu da Faculdade de Direito de Lisboa, que muitas vezes "se sente inútil" nessa qualidade e que "está farto de tanta responsabilidade que só nos conduz ao descalabro".

Horas antes, o deputado tinha apresentado o seu pedido de demissão de vice-presidente da bancada socialista, alegadamente por "razões pessoais". Segundo deputados próximos de Nuno dos Santos, a sua demissão ter-se-ia devido "a divergências políticas".

Em Dezembro passado, Pedro Nuno dos Santos notabilizara-se por ter feito declarações polémicas, num jantar partidário, sugerindo o não pagamento da dívida.

 

Contra o Pacto Orçamental

Já ex-vice presidente da bancada, Pedro Nuno Santos, responsável pelas questões económicas, apelou ao voto contra o Tratado Orçamental, cuja votação está agendada para 12 de Abril no Parlamento, fazendo ao mesmo tempo um violento ataque ao Governo e à "política da direita", em Portugal e na Europa.

"Tenho esperança até à última hora", disse. A direção socialista já sinalizou que é a favor da votação do Pacto. 

Nuno dos Santos justificou a sua posição contra o Tratado por o considerar como não democrático: "não só passará a definir as metas como dirá aos países o modo e o tempo das suas escolhas".

Votar a favor, explicou, "é desistir da política ou fazer uma política de rendição". "Entre esta e o combate, só resta a política de combate, tanto no plano nacional como europeu e o Pacto orçamental é "um momento estruturante", destacou.

"Isto não está a funcionar", acrescentou, admitindo que a atual política até pode resultar no campo das contas públicas, mas "com um prejuízo social inaceitável numa sociedade que se dá ao respeito". "Entre a parede e a espada, é a espada", disse ainda.

 
A favor do fim do "consenso europeu"

Nuno Santos manifestou-se também a favor "do desmantelamento" do consenso que até agora tem prevalecido entre a direita e a social-democracia a respeito dos assuntos europeus porque "tal consenso é atualmente adversário da construção europeia".

Não é à toa que uma parte dos políticos não está interessada em não aliviar o aperto da economia, disse ainda, sublinhando que "esta é uma oportunidade histórica da direita para destruir o estado social. Nunca houve uma pressão tão grande como agora".

Para o deputado socialista, "a austeridade é a grande oportunidade que a direita, em Portugal e na Europa," têm para fazer o desregulamento e as privatizações.

"Vivemos uma situação de grande dificuldade", afirmou, acrescentando que "é tempo de acabar com o sentimento de culpa que os portugueses integraram, que gastaram demais e que vivem acima das suas possibilidades".

Crítica à anterior liderança do PS

Pedro Nuno dos Santos criticou e responsabilizou a liderança do PS por, no tempo em que ocupou o Governo, não ter procurado alianças com os socialistas espanhóis e gregos, também no Governo, quando se assistia ao fenómeno inverso entre a Alemanha e França.

"Não se percebe como os países mostraram tal falta de solidariedade. É nesta divisão da periferia que o processo de austeridade foi imposto", concluiu, pedindo desculpa "se foi irresponsável".

"Estou farto de tanta responsabilidade que só nos conduz ao descalabro, não vemos perspetivas de vida nem económicas", concluíu.

O colóquio, "A Economia Política da crise do euro", realizou-se na Livraria Almedina Atrium Saldanha, com a participação dos professores Ricardo Paes Mamede e José Maria Castro Caldas.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:55








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