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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Segurança Social encerra call center e despede 400 funcionários

Quinta-feira, 28.06.12

É mais um despedimento coletivo, agora da responsabilidade direta do Governo. O call center estava situado em Castelo Branco, e empregava maioritariamente jovens. O anterior governo havia acordado que este call center prestaria o serviço durante 15 anos. Tudo foi agora rasgado.

Além disso, este encerramento revela o especial desprezo com que este Governo trata os utentes destes serviços. Desempregados, pensionistas e outros indigentes são agora mandados para as filas das lojas de cidadão (se houver por perto).

Um despedimento que revela todo um programa e ideologia do Governo.

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por sitiocomvistasobreacidade às 19:35

Bravo, Silva Pereira (continuação)...

Terça-feira, 26.06.12
Agora em resposta à intervenção rasteira do deputado do PSD Adão Silva.

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:10

Bravo, Silva Pereira.

Terça-feira, 26.06.12
Melhor é impossível!

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por sitiocomvistasobreacidade às 09:57

Hospitais privados e a ADSE

Sábado, 16.06.12

aqui tinha falado sobre este tema, agora a revista Visão pega no assunto: Os hospitais privados devem a sua sobrevivência à ADSE, isto é, a recursos públicos, uma vez que 15 a 20% das receitas dos privados vem da ADSE.

 

No artigo da Visão pode ler-se: "Teófilo Leite (Associação Portuguesa de Hospitalização Privada) estima que as transferências anuais da ADSE para a hospitais privados andarão à volta dos 200 milhões de euros, cerca de um sexto do volume de negócios do setor.

Com efeito, no seu orçamento de 2011 (os dados públicos mais recentes), a ADSE previa gastos de 233 milhões de euros com o regime convencionado - isto é, para pagar a organizações de saúde privadas com as quais tem acordos -, mais 156 milhões para financiar o recurso dos beneficiários ao chamado regime livre - aquele em que não há acordo, mas em que o utente, apresentando uma fatura, é reembolsado, em parte, pela despesa que efetuou. Feitas as contas, 389 milhões de euros terão fluído dos cofres do organismo tutelado pelas Finanças para o setor privado, mais 7,8% do que um ano antes".
O que a ADSE paga aos hospitais privados está a dar cabo da sustentabilidade do sistema e a diminuir o n. de utentes no serviço público. Na realidade, e isso também é descrito no artigo da Visão, com as novas taxas moderadoras uma consulta num hospital público sai mais caro do que no privado.
Outro dado apresentado: atualmente, 40% dos partos em Lisboa são feitos em Hospitais privados
Tenho sérias dúvidas que este modelo em que o Estado financia este negócio privado, através da ADSE, seja aquele que melhor satisfaz o interesse do Estado e que permita a redução dos gastos.
Lanço por isso algumas questões, para as quais não me considero esclarecido:
Porque é que a ADSE financia a realização de partos no Hospital da Luz ou dos Lusíadas, se existe o Hospital Santa Maria e Maternidade Alfredo da Costa (MAC) a uma distância de 2 ou 3 kms?
Não ficaria mais barato para o Estado fazer esses partos nos hospitais públicos?
O Ministério da Saúde quer encerrar a MAC alegando que a sua capacidade não está a ser usada. Sem o financiamento da ADSE aos Hospitais Privados, e consequente aumento do número de utentes do serviço público, não ficaria tal capacidade preenchida?
Seria, nesse caso, necessário encerrar a MAC?
Acabar com este financiamento da ADSE não seria a solução mais indicada para o Estado e sobretudo para toda a população, especialmente aquela que não tem qualquer plano de saúde?
No artigo da Visão, há quem avance com uma solução: acabar com a ADSE.
Não defendo uma solução tão drástica, mas parece-me que a ADSE deverá deixar de ter acordos com Hospitais Privados (principalmente naqueles casos em que há hospitais públicos nas proximidades). Neste cenário, o beneficiário da ADSE continuaria a ser reembolsado pelas despesas efetuadas nesses Hospitais, mas mediante apresentação de fatura (o tal regime livre tal como descrito no excerto do artigo da Visão anteriormente transcrito).
Estou certo que esta solução constituiria um fator dissuasor suficiente para que os beneficiários da ADSE voltassem a preferir o SNS.
PS - Declaração de interesses: Sou utente da ADSE e já recorri a Hospitais privados, beneficiando da comparticipação da ADSE. Por isso, aquilo que defendo neste post também teria repercussões cá em casa.

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por sitiocomvistasobreacidade às 11:38

Faz hoje 3 anos...

Quarta-feira, 13.06.12

...que digo neste blog o que me apetece, quando me apetece.

Obrigado aos 40.918 visitantes!

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:22

Um país sem defesa ou a grande golpada?

Domingo, 10.06.12

Passos Coelho recebendo um biscoito

 

O El País diz que Passos Coelho é “campeão da austeridade e das teses alemãs”. As atitudes e políticas deste governo confirmam esta análise do El País (que, claro está, foi silenciada pela comunicação social nacional).

A propósito da ajuda a Espanha, que irá ser feita aparentemente com condições mais vantajosas, a Irlanda já veio exigir condições iguais às que Madrid conseguiu.

Atitude que se pode considerar da mais elementar justiça e bom senso por parte do Governo da Irlanda.

Acham que o Governo Português vai pedir o mesmo?

Passos já se apressou esclarecer: "Não há nenhuma razão para pedir novas condições para Portugal", diz-nos o nosso governante.

Mais uma atitude lamentável, ou mesmo vergonhosa deste Governo, que deixa, uma vez mais o país à mercê das vontades destes talibãs da austeridade que mandam na Europa.

A verdade é que ao contrário do que nos querem fazer crer, a ajuda a Portugal foi também uma ajuda à banca. Vale a pena recordar que Judite de Sousa acabou por confessar que deu uma ajudinha aos patrões da banca nacional para que o resgate a Portugal fosse pedido por Sócrates.

O resgate a Portugal foi também um resgate à banca nacional, que tinha dificuldade em financiar-se, tal como agora em Espanha.

Mas Passos prefere ignorar as semelhanças e rejeita qualquer revisão do Memorando com a Troika.

Alguém, como eu, realmente preocupado com o rumo dos acontecimentos na Europa e em particular em Portugal, não pode deixar de se interrogar sobre a razão de tanta passividade, tanta preguiça na defesa dos mais elementares interesses do país. Porque não aproveitar este momento para reivindicar a revisão de um memorando que tanto desemprego e miséria tem criado?

Se não acreditarmos na hipótese da preguiça, a única resposta possível, encontra-se num post recente de Paul Krugman:

"So the austerity drive in Britain isn’t really about debt and deficits at all; it’s about using deficit panic as an excuse to dismantle social programs. (...) the drive for austerity was about using the crisis, not solving it. And it still is".

Passos, Gaspar, e demais parceiros, com António Borges não parecem querer resolver crise nenhuma. Usam a crise e o Memorando como o pretexto ideal para fazer cortar nos direitos dos trabalhadores; facilitar despedimentos; promover a mão de obra barata e sedenta para encontrar qualquer emprego, mesmo a troco de uma esmola; desmantelar escolas e hospitais públicos para tornar mais lucrativas estas àreas de negócio tão apetecíveis; entregar a privados àreas chave da nossa economia, garantindo que alguns amigos são recompensados com bons cargos nas empresas recém privatizadas.

Uma grande golpada, uma histórica vitória do liberalismo em Portugal...

PS1 - No meio disto ainda hoje penso como é que é possível que este governo tenha chegado ao poder com a ajuda preciosa de Bloco de Esquerda e Partido Comunista, que ajudaram a derrubar um Governo PS.

PS2 - Os meus aplausos para François Holande que toma algumas medidas importantes que contrariam a ideologia reinante: França vai encarecer despedimentos para combater o desemprego de 10%.

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por sitiocomvistasobreacidade às 16:14

Actualização das previsões (5)

Segunda-feira, 04.06.12

Actualização das previsões, depois de Vitor Gaspar ter dito isto na passada sexta. Mais uma previsão, mais um tesourinho deprimente.

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por sitiocomvistasobreacidade às 19:48








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