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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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O desastre em números (nova atualização)

Quinta-feira, 30.05.13

Já estamos habituados. Cada nova previsão mais sinistro se torna o pesadelo, de que fala Krugman.

Ontem foi a vez da OCDE lançar novas previsões, em que a realidade, como espectável, insiste em desmentir os fanáticos europeus e capatazes portugueses que nos governam. As previsões constantes do Orçamento para este ano, apesar de serem catastróficas, agora até parecem um sonho irrealizável.

Com base nos novos dados da OCDE, ficam aqui os quadros atualizados.

Défice Público:

 

Crescimento do PIB

 

Desemprego

 

 

Os dados da OCDE de ontem podem ser consultados neste quadro interativo:

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:10

O nosso QR code

Terça-feira, 28.05.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Se tiver um smartphone, faça o download de uma aplicação "QR code scan", depois ligue a aplicação e aponte a camera para este código. O smartphone irá trazê-lo automoticamente para a página inicial do "Sítio com vista sobre a cidade".

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:41

Miguel Sousa Tavares e a justiça

Segunda-feira, 27.05.13

Dizem que Miguel Sousa Tavares chamou palhaço a Cavaco Silva. O Ministério Público irá rever decisões passadas sobre ataques ao bom nome de detentores de cargos políticos?

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:12

Governo recupera o TGV

Segunda-feira, 27.05.13

O Governo recupera o TGV. Sócrates comenta.

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:09

Os novos cortes no Estado

Segunda-feira, 27.05.13

Os novos cortes do Estado. Opção necessária ou uma escolha neo-liberal? O Estado Português é gordo? Sócrates responde a estas e outras questões.

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:07

"O que estamos a ver em (e os Portugueses a experimentar) é inaceitável"

Segunda-feira, 27.05.13

Tradução de um dos artigos que Krugman dedica hoje a Portugal

"O pesadelo português

O Finantial Times tem um longo e deprimente retrato da situação em Portugal, com enfoque nas dificuldades dos pequenos negócios familiares — em temos o coração da economia e sociedade portuguesa – agora em agonia.

A questão é mesmo essa. E qualquer um que desempenhe um papel no nosso debate economic atual, seja como legislador ou como analista que dá conselhos, deve centrar-se, sobretudo, no como e no porquê de estarmos a permitir que este pesadelo  esteja a acontecer novamente três gerações após a Grande Depressão.

Não me venham dizer que Portugal seguiu políticas erradas e tem profundos problemas estruturais. Claro que tem, assim como toda a gente. E estando Portugal presumivelmente pior que alguns outros países, como é que é possível que o que faça sentido para “tratar” desses problemas seja a condenação ao desemprego de um vasto número de trabalhadores que têm vontade de trabalhar?

A resposta para o tipo de problemas que Portugal enfrenta, tal como é sabido há diversas décadas é a política monetarista e fiscal expansionista. Mas Portugal não pode fazer isto por si só, porque não tem a sua moeda própria. OK, então: ou o Euro tem de sair, ou alguma coisa tem de ser feita para que funcione, porque o que estamos a ver em (e os Portugueses a experimentar) é inaceitável.

O que poderia ajudar? Uma expansão bastante mais forte na zona Euro como um todo, uma maior inflação no coração da Europa. (…) o BCE pode e deve tentar forçar políticas não convencionais, mas precisa de toda a ajuda necessária de políticas fiscais expansionistas — e não de uma situação em que a austeridade na periferia é reforçada por austeridade no centro, também.

O que está a acontecer, contudo, são 3 anos em que toda a política europeia está focado quase exclusivamente nos supostos perigos da dívida pública. Eu acho que não é perder tempo discutir como aconteceu erro, incluindo o lamentável  papel que alguns economistas que fizeram bons trabalhos no passado e que voltarão a fazer bons trabalhos. Mas o importante agora é mudar as políticas que estão a criar este pesadelo".

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por sitiocomvistasobreacidade às 16:46

Off-shores e chumbos do TC

Sábado, 25.05.13

Já sabemos que o governo está em rota de colisão com o Tribunal Constitucional (TC). Depois de várias medidas dos orçamentos de 2012 e 2013 terem sido chumbadas por violação do princípio de igualdade, o Governo insiste em bater nos mesmos, isto é, funcionários públicos e reformados. As decisões do TC deverão manter a coerência e disso até já foi avisado o Governo.

Em vez de marrar contra o TC, o Governo devia ler o Expresso de hoje "Investigação internacional às off-shores revela ligações a Portugal", diz o Expresso.

Em vez de marrar contra o TC, o Governo devia sentar-se com a Troika e exigir: "ajudem-nos a acabar com off-shores para que uns quantos endinheirados não continuem a rir-se das medidas de austeridade".

É só uma ideia, para quem insiste em dizer aquela célebre e falsa frase: "não há alternativas".

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:14

Porque não podemos comprar dívida pública em mercado primário?

Sexta-feira, 24.05.13

Veja o engasganço de Moreira Rato às perguntas simples José Gomes Ferreira.

 

O engasganço de Moreira Rato não tem a ver com incompetência. Parece-me é que o Presidente do IGCP é bastante competente a defender o interesse da banca.

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:46

A opinião de José Sócrates

Domingo, 19.05.13

Uma vez mais a não perder aqui.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:52

Despesas com aquisições de bens e serviços a aumentar

Domingo, 12.05.13

Artigo do Prof. Luís Valadares Tavares no Público de hoje, aqui reproduzido. Fica um  excerto:

 

"Eis por que quem nunca viveu a experiência de administração pública ou não a estudou tende a formar percepções erradas e a não conseguir controlar a própria despesa tal como os factos evidenciam. Talvez o melhor exemplo deste desconhecimento seja pensar que o principal problema da despesa pública seja o montante pago em salários e em pensões quando aqueles já estão aquém da média europeia e abaixo dos 10%. Pelo contrário, toda a soma das despesas contratualizadas com outras entidades (investimentos, bens, serviços e consumos intermédios) totaliza cerca de 17% do PIB, pelo que gerar aí uma poupança de 10% significa poupar quase 2% do PIB.
 
Infelizmente, esta componente da despesa pública não tem vindo a ser analisada ou controlada pois, senão, como compreender que a despesa com aquisições de bens e serviços dos institutos públicos tivesse aumentado mais de 10% em 2012, no ano de todos os cortes em salários e pensões, segundo os próprios dados do Ministério das Finanças? Ou compreender o aumento de mais de 50% desta rubrica na Administração Regional da Madeira? Quais os esclarecimentos do Governo sobre este descontrole?"


Lendo este artigo, fico convencido que consultoras, bancos de investimento e outros prestadores de serviços não são atingidos pela austeridade no Estado. Enfim, austeridades cirúrgicas e ideológicas. Pensionistas e Funcionários são o alvo a abater.

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:57








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