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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Obama e Stiglitz sobre as desigualdades sociais

Quarta-feira, 31.07.13

Enquanto por cá liberais de pacotilha andam entusiasmados em propor reformas de IRC que irão aprofundar colossalmente as desigualdades sociais em Portugal, é encorajador ouvir Obama e o Prémio Nobel da Economia Stiglitz sobre a necessidade de combater tais desigualdades, e sobre a urgência de a classe média e classes mais desfavorecidas voltarem a ter acesso a serviços básicos como a educação ou habitação.

(a partir do minuto 3:30)  

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:03

A reforma do IRC e a reforma da TSU (Parte II)

Quarta-feira, 31.07.13

Ontem alertei que os objetivos da reforma do IRC são semelhantes aos objetivos da reforma da TSU que foi anunciada em Setembro de 2012 e que gerou enorme contestação no país, por se ter rapidamente verificado que a proposta não era mais do que uma transferência de riqueza dos trabalhadores para classes mais favorecidas.

 

Hoje, trago novas evidências sobre esta conclusão óbvia.

 

Jornal i: 28 de julho 2013

"Reforma de IRC transfere 1400 milhões do Estado para as grandes empresas"

"Este alívio dos impostos sobre as empresas, porém, beneficiará sobretudo as grandes empresas: responsáveis por 80% das receitas do Estado com o IRC, enquanto a maioria do tecido empresarial sobrevive em dificuldades, com poucos ou nenhuns lucros para serem tributados. Mas para o executivo esse é o caminho certo para atrair investimento e criar emprego, ainda que nenhum dos governantes tenha aceitado falar de um eventual alívio da carga fiscal sobre as famílias, que destruiu o consumo - que sustentava dois terços da economia, com a sua queda a fazer explodir o desemprego"

 

Expresso: 31 de julho 2013

Corte no IRC tira 1223 milhões de euros aos cofres do Estado

O corte de 12,5 pontos percentuais da taxa geral ajustada (que inclui as derramas) do IRC para 19%, em 2018, implica que a receita do imposto diminua 1223,7 milhões de euros em termos acumulados, nos próximos cinco anos.

 

Posto isto fico estupefacto ao ouvir o líder do PS dizer que “Quanto mais depressa fizermos a reforma do IRC melhor. Será que o líder do PS está distraído e não percebe o que está em causa?

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por sitiocomvistasobreacidade às 14:40

A reforma do IRC e a reforma da TSU

Terça-feira, 30.07.13

Praça de Espanha, Setembro 2012

 

Daniel Oliveira escreve hoje o artigo Quem pagará a redução do IRC?

O artigo aborda a questão da transferência de obrigações fiscais do capital para o trabalho. Defendendo que a proposta de Lobo Xavier "limita-se a insistir na receita que está a destruir as economias europeia e norte-americana. E que correspondeu, na Europa e nos EUA, a um enorme aumento da desigualdade na distribuição dos rendimentos entre o trabalho e o capital. Descer o IRC, pondo os trabalhadores a pagar sozinhos o pouco que sobre do Estado Social, é uma escolha política".

 

A análise de Daniel Oliveira é bastante certeira.

A reforma do IRC proposta por Lobo Xavier configura fundamentalmente uma redistribuição do rendimento a favor dos mais ricos. E à medida que vamos sabendo mais sobre a reforma este facto torna-se mais visível (vide por exemplo artigo do Diário Económico "Dividendos e mais-valias isentos de pagamento de IRC já em 2014").

Numa altura em que se repete até à exastão o jargão do "não há dinheiro" e quando 2014 promete ser um ano duríssimo para os bombos da festa do costume (pensionistas e funcionários públicos) e promete representar o fim, ou definhamento, de muitos serviços públicos essenciais, o Governo trabalha para aliviar a carga fiscal às sociedades, o que beneficiará fundamentalmente os mais favorecidos, sob o pretexto de um outro eufemismo gasto: "melhorar a competetitividade fiscal". 

 

Em Setembro de 2012, Portugal acordou, por momentos, para contestar a reforma da TSU que iria baixar os custos das empresas às custas dos trabalhadores. Falhada essa tentativa, o Governo aposta em atingir os mesmos objectivos pela via do IRC. Não percebo porque perante políticas similares, a reação há-de ser diferente. 

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por sitiocomvistasobreacidade às 15:08

Comentário de José Sócrates antes de férias

Segunda-feira, 29.07.13

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por sitiocomvistasobreacidade às 00:25

Seguro claro como água.

Sexta-feira, 19.07.13

Fica aqui a excelente comunicação de José Seguro ao país, anunciando a impossibilidade de acordo com PSD e CDS.

As propostas do PS estão aqui, esperando que as mesmas venham a ser aplicadas em breve.

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:11

O acordo de capitulação nacional

Quinta-feira, 18.07.13

Seriamente preocupado com alguns sinais que indicam que o PS poderá assinar o suposto acordo de salvação nacional, patrocinado pelo Presidente da República.

Sem conhecer o texto do acordo, julgo que caso o PS viesse a assinar, se trataria de uma atitude politicamente errada e contrária aos interesses de Portugal e da Europa.

Exponho agora as minhas 3 principais razões que me levam a achar que o PS não poderá assinar um documento com o PSD e CDS nesta altura:

 

1) As instituições europeias (incluo aqui a Alemanha) têm seguido uma caminho profundamente errado na presente crise. Confrontadas, com resultados catastróficos, as instituições europeias procuram mascarar a catástrofe em vez de procurar alterar as políticas erradas.

Indignam-se por isso com os mea culpas que têm sido emitidos pelo FMI e negligenciam os impactos sociais que as suas políticas têm causado em países como Grécia, Portugal, Espanha, Itália ou mesmo na Irlanda.

Um acordo entre PSD, PS e CDS, constituiria uma alinhamento com esta farsa, uma espécie de assobiar para o lado, um assistir impávido ao desmoronamento da Europa com que sonhámos.

É do interesse da Europa, da Europa dos cidadãos, que a farsa que as suas instituições nos procuram vender seja desmacarada rapidamente. A assinatura do acordo será uma contribuição para a farsa. A não assinatura deste acordo será mais um murro no estômago para Merkel, Barroso ou Rehn. 

 

2) Portugal precisa de dizer claramente que não se revê nas políticas que são impostas pela Troika, que só por uma obrigação forçada é que mais medidas de austeridade poderão ser implementadas. Portugal tem de ser um novo caso que demonstre que a solução imposta pelas instituições europeias apenas poderão ser implementadas por uma ditadura despótica.

A assinatura de um acordo, nos moldes em que Cavaco o solicitou, seria assim uma nova e voluntária capitulação perante as políticas absurdas que nos têm imposto (e que o Governo PSD/CDS implementa com gosto e em dobro), o que seria profundamente contrário ao interesse nacional.

 

3) Para além destas razões que se prendem com o interesse da Europa e de Portugal, o PS tem óbvias razões partidárias para não assinar este acordo, sobre as quais já me debrucei aqui.

 

PS: Das três razões, a partidária é claramente a menos importante.

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por sitiocomvistasobreacidade às 11:05

PS assina?

Quinta-feira, 18.07.13

Vou ao facebook e leio a mensagem de Sérgio Sousa Pinto: "Isto vai mal. Agora ouço vozes. Especialmente uma que me diz que o PS está prestes a deixar-se instrumentalizar pela direita. Deve ser falta de repouso."

Fico seriamente preocupado com esta mensagem. Que sabe Sousa Pinto sobre as negociações? Que vozes são estas que ele agora houve? Será bluff da direção do PS?

A verdade é que não me estou a ver votar num partido que, caso assine um suposto acordo de salvação nacional, deixará de ter margem para se distinguir deste governo.

A coisa sobressalta-me.

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por sitiocomvistasobreacidade às 09:53

Crónicas de um bonito ajustamento

Quinta-feira, 18.07.13

Famílias em "modo de sobrevivência" já compram menos pão, azeite e fruta

No primeiro semestre, volume de compras caiu 3,7%, um nível semelhante ao maior pico registado na Grécia em 2012.

As famílias estão a adaptar-se como podem à crise. No início da turbulência económica, compravam mais marcas da distribuição, deixavam a carne de vaca, optavam por frango, e passavam a cozinhar mais refeições em casa.

Agora, estão a tomar medidas mais drásticas para gerir o orçamento mensal, cada vez mais apertado. A empresa de estudos de mercado Kantar Worldpanel diz mesmo que no primeiro semestre do ano os portugueses estiveram em "modo de sobrevivência".
Comprar o essencial passou a significar comprar menos. Não se trata de deixar de comprar a fruta importada ou o queijo especial. É comprar menos pacotes de leite, adiar a compra de água, levar menos azeite ou pão para casa.

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por sitiocomvistasobreacidade às 09:48

"Há dinheiro!" Qual destas duas palavras não entendem?

Terça-feira, 16.07.13

Goldman Sachs mais que duplica lucros e supera previsões

Bancos norte-americanos continuam a surpreender o mercado, com resultados acima do esperado. Os resultados líquidos do Goldman Sachs mais do que duplicaram.

O Goldman Sachs obteve resultados líquidos de 1,93 mil milhões de dólares (1,47 mil milhões de euros) no segundo trimestre, mais do que duplicando o registado no período homólogo (962 milhões de dólares).

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por sitiocomvistasobreacidade às 15:02

Comentário de José Socrates

Domingo, 14.07.13

Sócrates comenta a crise política, a intervenção do Presidente da República e a posição do PS

 

Outros excertos:

Sócrates esclarece PPPs

Sócrates e as Swaps e o papel da nova Ministra das Finanças.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:19








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