Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

 



Livros recomendados Amazon.co.uk (kindle edition)


Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D





Antigamente era assim (2)

Terça-feira, 01.09.09

TSF, 5 de Março de 2002

Eurostat "chumba" receitas 

O défice orçamental de 2002 foi fixado, temporariamente, em 2,8 por cento do PIB. O novo valor, superior aos 2,5 por cento anteriores, deve-se à não contabilização de 270 milhões de euros de receitas, devido a dúvidas levantadas pelo Eurostat.

O Eurostat, o instituto oficial de estatística da União Europeia, levantou dúvida em relação a 270 milhões de euros (54 milhões de contos) de receitas apresentadas por Portugal em Bruxelas, levando o défice orçamental português de 2002 a ser fixado, temporariamente, em 2,8 por cento do PIB.

De acordo com as informações avançadas na edição de hoje do Diário Económico, e confirmadas pelo secretário de Estado do Orçamento, Norberto Rosa, as questões levantadas pelo Eurostat não se prendem com as operações realizadas para obtenção de receitas extraordinárias. Em causa está o excedente resultante da extinção do Fundo EFTA, constituído em 1977.

«Como essas dúvidas não foram esclarecidas, o Eurostat considerou que essa receita não deveria ser contabilizada» para efeitos de défice, avançou Norberto Rosa.

O DE explica que as receitas extraordinárias, motivadas pela aplicação de portagens na CREL, a venda de património, o perdão fiscal e a operação do IPE não mereceram qualquer dúvida, tendo só as receitas decorrentes da extinção do Fundo EFTA e outras despesas em moeda estrangeira merecido as interrogações de Bruxelas.

As dúvidas do Eurostat foram levantadas no âmbito dos trabalhos de análise das contas públicas portugueses, que decorreram em Portugal na última semana de Fevereiro.

Os técnicos portugueses têm até ao dia 15 de Março para esclarecer as dúvidas do Eurostat, para que os 270 milhões, que correspondem a 0,2 por cento do PIB, possam ser contabilizados.

«Esperamos que até meados de Março, altura em que a Comissão Europeia divulgará os dados definitivos, as questões levantadas pelo Eurostat sejam esclarecidas e essa receita seja contabilizada», explicou o governante.

Se a receita for ponderada, o défice público ficará em 2,6 por cento do PIB, ainda assim, acima dos 2,5 por cento prometidos recentemente pela ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, refere o jornal. Caso a verba não seja considerada como receita, o défice português ficará nos 2,8 por cento do PIB.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por sitiocomvistasobreacidade às 22:50








Comentários recentes

  • Joao Saturnino

    Parabéns pelo seu blog, especialmente por este "in...

  • Frango Zappa

    Quanto custa o Mario?

  • E os Homens da Luta, por onde anda essa gente? E a...

  • cheia

    Tantos erros, e nem um culpado!

  • MCN

    O problema é a raqzão porque Afonso Camões não diz...