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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Os camaradas do liberalismo

Domingo, 10.04.11

c

Jerónimo de Sousa em entrevista a Judite de Sousa e Francisco Louçã

 

Não deixam de ser preocupantes as notícias que vão surgindo sobre eventuais despedimentos na administração pública ou de privatizações, por força do pedido de "ajuda" externa.

Os efeitos do chumbo do PEC IV, confirmaram os cenários que haviam sido previstos, nomeadamente, por dirigentes do PS: A chegada do FMI é uma séria ameaça ao Estado Social tal como hoje o conhecemos.

A verdade é que o chumbo do PEC tornou o dia 23 de março de 2011, num dia que ficará associado à maior vitória da direita portuguesa desde que Cavaco ganhava maiorias.

Nesse dia, a direita conseguia o seu dois em um:

- deitar abaixo Sócrates e agravar a crise, tornando necessária a vinda do FMI, e com ele o seu alibi liberal.

A "esquerda" conseguiu isto:

- deitar abaixo Sócrates e fazer belos discursos sobre um mundo que podia ser melhor.

 

No mundo real, perdeu o Estado Social.

 

A tentação que as "esquerdas" têm de pôr PS e direita no mesmo saco, é hoje a melhor aliada do liberalismo português.

Esta tentação acompanhou os dois governos de Sócrates, nos quais se procurou confundir qualquer tentativa de reforma do Estado Social, com ataques ao mesmo (A avaliação dos professores é um excelente exemplo) e atingiu o climax a 23 de março.

Comove-me, mas não me espanta, o carinho com que a direita trata Jerónimo de Sousa. Este carinho nada tem a ver com a sua simpatia. Tem apenas e só a ver com a utilidade política que Jerónimo hoje tem para a direita.

Longe vão os tempos em que Soares e Cunhal suscitavam ódios viscerais na direita.

Hoje é Sócrates o alvo do ódio reaccionário português. A explicação é política: Sócrates e o PS são o último obstáculo à ascença liberal em Portugal. 

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:27








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