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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Comentário de José Sócrates antes de férias

Segunda-feira, 29.07.13

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por sitiocomvistasobreacidade às 00:25

Sobre a demência

Sexta-feira, 28.06.13

Hoje, com os números do INE da execução orçamental do 1º trimestre de 2013, segundo os quais o défice público disparou, nos primeiros três meses de 2013, para 10,6% (e que mesmo sem a operação de injeção de capital no BANIF, o défice seria maior que o do ano passado), o governo vem dizer uma pérola como esta:

 

Estes dados indicam o sucesso do programa de ajustamento”, disse Luís Morais Sarmento.

 

Triste espetáculo este que nos é dado todos os dias por um governo em decomposição.

 

E agora no desespero, quando a realidade se encarregou de mostrar ao governo o quão errada foi a sua política, resta a esta gente, meter medo às pessoas. No dia 10 de junho, um cidadão foi detido, por um polícia à paisana infiltrado no meio da população, por se ter manifestado contra o Presidente da República. Ontem, 226 pessoas (!!) foram detidas por cortarem o acesso à ponte 25 de Abril.

 

Quanto tempo mais teremos de suportar esta gente estúpida e pidesca, que se vira contra o povo, vingando sobre ele os seus próprios falhanços?

 

P.S.: curioso o título dado pelo INE ao documento que mostra o desastre nas contas públicas no 1º trimestre: "Capacidade de financiamento da Economia portuguesa aumenta". É um título eloquente quanto ao nível de politização que atingiu o INE com esta maioria.

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:12

Comentário de Sócrates por temas. 2 Junho 2013.

Segunda-feira, 03.06.13

Previsões da OCDE e descida no ranking para a competitividade:

 

Orçamento Retificativo: "O Ministro Gaspar adora fazer orçamentos. O ano passado fez três, este ano já vai em dois"

 

Despedimentos na função pública: Sócrates explica que o despedimento na função pública está há muito tempo nos planos de Passos Coelho. O chumbo do TC é uma desculpa de mau pagador.

 

Encontro anti-austeridade: O elogio a Mário Soares, um político que assume riscos. E agora pergunto eu: Que pensará disto José Seguro que, possivelmente por tática política, não esteve presente no encontro?

 

Nova agenda europeia: Sócrates apresenta 3 ideias para a Europa.

1) BCE tem se preocupar com crescimento e emprego

2) Mutualização de parte da dívida

3) Fim da competição por impostos mais baixos e off-shores.

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por sitiocomvistasobreacidade às 09:36

O desastre em números (nova atualização)

Quinta-feira, 30.05.13

Já estamos habituados. Cada nova previsão mais sinistro se torna o pesadelo, de que fala Krugman.

Ontem foi a vez da OCDE lançar novas previsões, em que a realidade, como espectável, insiste em desmentir os fanáticos europeus e capatazes portugueses que nos governam. As previsões constantes do Orçamento para este ano, apesar de serem catastróficas, agora até parecem um sonho irrealizável.

Com base nos novos dados da OCDE, ficam aqui os quadros atualizados.

Défice Público:

 

Crescimento do PIB

 

Desemprego

 

 

Os dados da OCDE de ontem podem ser consultados neste quadro interativo:

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:10

Os novos cortes no Estado

Segunda-feira, 27.05.13

Os novos cortes do Estado. Opção necessária ou uma escolha neo-liberal? O Estado Português é gordo? Sócrates responde a estas e outras questões.

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:07

Despesas com aquisições de bens e serviços a aumentar

Domingo, 12.05.13

Artigo do Prof. Luís Valadares Tavares no Público de hoje, aqui reproduzido. Fica um  excerto:

 

"Eis por que quem nunca viveu a experiência de administração pública ou não a estudou tende a formar percepções erradas e a não conseguir controlar a própria despesa tal como os factos evidenciam. Talvez o melhor exemplo deste desconhecimento seja pensar que o principal problema da despesa pública seja o montante pago em salários e em pensões quando aqueles já estão aquém da média europeia e abaixo dos 10%. Pelo contrário, toda a soma das despesas contratualizadas com outras entidades (investimentos, bens, serviços e consumos intermédios) totaliza cerca de 17% do PIB, pelo que gerar aí uma poupança de 10% significa poupar quase 2% do PIB.
 
Infelizmente, esta componente da despesa pública não tem vindo a ser analisada ou controlada pois, senão, como compreender que a despesa com aquisições de bens e serviços dos institutos públicos tivesse aumentado mais de 10% em 2012, no ano de todos os cortes em salários e pensões, segundo os próprios dados do Ministério das Finanças? Ou compreender o aumento de mais de 50% desta rubrica na Administração Regional da Madeira? Quais os esclarecimentos do Governo sobre este descontrole?"


Lendo este artigo, fico convencido que consultoras, bancos de investimento e outros prestadores de serviços não são atingidos pela austeridade no Estado. Enfim, austeridades cirúrgicas e ideológicas. Pensionistas e Funcionários são o alvo a abater.

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:57

O falhanço em números

Segunda-feira, 22.04.13

Conforme prometido anteriormente, atualizo os dados da evolução do défice. De acordo, com a informação publicada hoje pelo Eurostat, apesar de todas as medidas de austeridade, o défice em Portugal subiu 2 pontos percentuais de 2011 para 2012, tendo-se cifrado nos 6,4%.

Sintomático é também o facto de nenhuma entidade nacional ou internacional ter previsto em momento algum um tamanho falhanço.

Ainda assim, ironicamente a entidade cujas previsões mais se aproximaram da realidade não faz parte da Troika, o que revela bem a falta de noção que os responsáveis do FMI, BCE, EC e Governo Nacional têm sobre o impacto das suas políticas.

Na realidade, foi a OCDE que mais se aproximou da realidade, pois previu em Julho do ano passado que o défice das contas públicas em Portugal chegaria aos 5,4% em 2012, que se revelaria ainda bastante otimista.

A única boa notícia é que as instituições que compõem a troika começam ainda que timidamente a reconhecer os seus erros. Depois do FMI, foi a vez da Comissão Europeia, através do seu Presidente Barroso, fazer o seu mea culpa e a prometer rever as políticas de austeridade.

Resta saber até que ponto o reconhecimento deste falhanço resultará numa real mudança de política.

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por sitiocomvistasobreacidade às 12:04

Tragédia em números

Sexta-feira, 15.03.13

Desemprego previsto no orçamento de Estado era de 16,4%, mas afinal será 18,2% no final deste ano.

O PIB previa-se que decrescesse 1% em 2013, afinal cairá 2,3%.

As políticas criminosas deste Governo e da Troika deviam ser julgadas.

 

 

 

Falaremos sobre o descalabro no défice num post seguinte.

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:32

Previsões de inverno 2013 Vs previsões de outono 2013

Sexta-feira, 22.02.13

Foram hoje publicadas pela Comissão Europeia, presidida por Durão Barroso, as previsões de inverno 2013. Estes novos dados surgem apenas 3 meses após a publicação das previsões de Outono 2012 pela mesma instituição.

As previsões hoje apresentadas confirmam aquilo que é evidente há muito: os efeitos recessivos que a austeridade provoca são sistematicamente subestimados.

Em apenas 3 meses, todas as previsões se agravaram: desemprego, PIB e défice terão uma evolução mais desfavorável do que se suponha há um trimestre atrás.

Vejamos então alguns gráficos comparativos sobre as previsões feitas para Portugal em Novembro de 2012 e as apresentadas hoje:

Desemprego:

PIB:

Défice das contas públicas:

Mas sendo as políticas semelhantes, é natural que as mesmas não falhem apenas em Portugal. As previsões para o conjunto da zona Euro são agora mais negativas do que as apresentadas em Novembro, como comprova o quadro em baixo relativo à evolução do PIB em toda a zona Euro para os anos 2013 e 2014.

O falhanço da política de austeridade é tão eloquentemente demonstrado sempre que são conhecidos novos números, que aflige pensar que quem nos Governa (Troika e Governo nacional) ainda não se dê por vencido. Aflige, pois, ouvirmos hoje um ilustre talibã da austeridade, Passos Coelho dizer: «Estamos na direção certa».

 

PS: Já que os números parecem não convencer estes governantes, durante umas 48 horas ainda sonhei que a "Grândola Vila Morena" pudesse despertar alguma consciência mais distraída. Mas verifico com mágoa que até esse indicador estão a querer silenciar.

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por sitiocomvistasobreacidade às 14:58

Descalabro em números

Sexta-feira, 15.02.13

Agora que já vão sendo conhecidos os resultados das políticas de austeridade no ano de 2012, é tempo de lembrar as previsões, nomeadamente das que foram feitas em Outubro de 2011, pelo Governo de Passos Coelho, em sede orçamento para 2012.

Comecemos pelo défice público, que é a variável mais importante (se não a única importante) para este Governo.

 

A previsão seria chegar a um resultado de -4,5%. Mas esta meta não foi atingida. De acordo com as estimativas iniciais, o resultado ficou-se nos 5%, isto se o Eurostat, autorizar a inclusão das receitas extraordinárias relativas à concessão da ANA aos franceses da VINCI. Os 5% de défice, a serem, confirmados pelo Eurostat resultaram de muito "martelanço" que passou pela realização de diversas operações extraordinárias. Para além da concessão da ANA, tivemos por exemplo o bom encaixe realizado com a venda das licenças 4G.

 

No crescimento económico, o Governo falhou por 4 décimas.

 

A previsão que constava no Orçamento de Estado para 2012 previa uma queda de -2,8% do PIB. Afinal ficámo-nos nos 3,2%. O que mais assusta nesta realidade, é que a espiral recessiva está com tendência para agravar-se, já que no último trimestre a queda do PIB cifrou-se nos -3,8% face ao mesmo trimestre de 2011. E claro assusta muitíssimo que a receita do Governo para todo este problema, seja apenas o reforço da dose de austeridade, com o anúncio do mirabolante corte de 4 mil milhões de euros na despesa pública.

Mas continuemos a análise com os números do desemprego:

Trata-se uma variável que ao Governo pouco importa. É uma espécie de dano colateral, que convém não ligar muito, pensarão os Gaspares ou Moedas que nos governam. Ainda assim, este blog acredita que a Taxa de Desemprego não é um número como os outros, pois está diretamente associado ao que as pessoas têm para comer. E como bem nos lembra Isabel Moreira. Os números do desemprego agora apresentados representam: "125 mil empregos perdidos em 3 meses. 923 mil pessoas desempregadas. Só 300 mil recebem subsídio de desemprego".

E foi precisamente neste indicador que a previsão do Governo mais se afastou da realidade: 16,9% em vez dos 13,4% previstos no Orçamento de Estado para 2012. 3,5 pontos percentuais de erro na previsão, o que corresponde a cerca de 190 mil pessoas no desemprego a mais do que estava previsto.  É obra!

A frieza dos números demonstra assim, aquilo que as pessoas sentem todos os dias no seu bolso: um falhanço total do Governo seja no défice, do crescimento do PIB ou no desemprego. É assim revoltante ver que para tudo isto o Governo só tenha uma resposta: aprofundar a austeridade.

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por sitiocomvistasobreacidade às 12:53








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