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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Anúncio do Referendo: O Discurso histórico de Alexis Tsipras (em inglês)

Sábado, 27.06.15

alexis_tsipras_syriza.jpg

26/06/2015

Fellow Greeks,
For six months now the Greek government has been waging a battle in conditions of unprecedented economic suffocation to implement the mandate you gave us on January 25.

The mandate we were negotiating with our partners was to end the austerity and to allow prosperity and social justice to return to our country.

It was a mandate for a sustainable agreement that would respects both democracy and common European rules and lead to the final exit from the crisis.

Throughout this period of negotiations, we were asked to implement the agreements concluded by the previous governments with the Memoranda, although they categorically condemned by the Greek people in the recent elections.

However, not for a moment did we think of surrendering, that is to betray your trust.

After five months of hard bargaining, our partners, unfortunately, issued at the Eurogroup the day before yesterday an ultimatum to Greek democracy and to the Greek people.

An ultimatum that is contrary to the founding principles and values of Europe, the values of our common European project.

They asked the Greek government to accept a proposal that accumulates a new unsustainable burden on the Greek people and undermines the recovery of the Greek economy and society, a proposal that not only perpetuates the state of uncertainty but accentuates even more the social inequalities.

The proposal of institutions includes: measures leading to further deregulation of the labor market, pension cuts, further reductions in public sector wages and an increase in VAT on food, dining and tourism, while eliminating tax breaks for the Greek islands.

These proposals directly violate the European social and fundamental rights: they show that concerning work, equality and dignity, the aim of some of the partners and institutions is not a viable and beneficial agreement for all parties but the humiliation the entire Greek people.

These proposals mainly highlight the insistence of the IMF in the harsh and punitive austerity and make more timely than ever the need for the leading European powers to seize the opportunity and take initiatives which will finally bring to a definitive end the Greek sovereign debt crisis, a crisis affecting other European countries and threatening the very future of European integration.

Fellow Greeks,

Right now weighs on our shoulders the historic responsibility towards the struggles and sacrifices of the Greek people for the consolidation of democracy and national sovereignty. Our responsibility for the future of our country.

And this responsibility requires us to answer the ultimatum on the basis of the sovereign will of the Greek people.

A short while ago at the Cabinet meeting I suggested the organization of a referendum, so that the Greek people are able to decide in a sovereign way.

The suggestion was unanimously accepted.

Tomorrow the House of Representatives will be urgently convened to ratify the proposal of the Cabinet for a referendum next Sunday, July 5th on the question of the acceptance or the rejection of the proposal of institutions.

I have already informed about my decision the President of France and the Chancellor of Germany, the President of the ECB, and tomorrow my letter will formally ask the EU leaders and institutions to extend for a few days the current program in order for the Greek people to decide, free from any pressure and blackmail, as required by the Constitution of our country and the democratic tradition of Europe.

Fellow Greeks,

To the blackmailing of the ultimatum that asks us to accept a severe and degrading austerity without end and without any prospect for a social and economic recovery, I ask you to respond in a sovereign and proud way, as the history of the Greek people commands.

To authoritarianism and harsh austerity, we will respond with democracy, calmly and decisively.

Greece, the birthplace of democracy will send a resounding democratic response to Europe and the world.

I am personally committed to respect the outcome of your democratic choice, whatever that is.

And I'm absolutely confident that your choice will honor the history of our country and send a message of dignity to the world.

In these critical moments, we all have to remember that Europe is the common home of peoples. That in Europe there are no owners and guests.

Greece is and will remain an integral part of Europe and Europe is an integral part of Greece. But without democracy, Europe will be a Europe without identity and without a compass.

I invite you all to display national unity and calm in order to take the right decisions.

For us, for future generations, for the history of the Greeks.

For the sovereignty and dignity of our people.

Athens, June 27, 1 am.

Translated by Stathis Kouvelakis

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por sitiocomvistasobreacidade às 13:01

Comentários de José Sócrates por temas. 23 de fevereiro 2014

Domingo, 23.02.14

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por sitiocomvistasobreacidade às 22:47

Comentários de Sócrates por temas. 15 dezembro 2013

Domingo, 15.12.13

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:03

Diferenças entre a intervenção do FMI em 1983 e a de hoje

Sexta-feira, 25.10.13

Sempre que posso oiço, pelas 8h40, o Contas do Dia, de Nicolau Santos, o melhor jornalista económico do pais.

Gostei particularmente do programa de hoje, em que Nicolau Santos fala do cansaço. Do cansaço da austeridade que tem conduzido a paupérrimos resultados.

E fala também das diferenças entre a intervenção do FMI em 1983 e a de hoje. Para o jornalista as diferenças são evidentes:

Em 1983 vivemos apenas dois anos de recessão, e as nossas exportações aumentaram 40% após a intervenção do FMI, suportada por uma desvalorização da moeda.

Por estes dias, como não se pode mexer no valor da moeda, alguns iluminados pensam que podem replicar o efeito de uma desvalorização, através da redução de salários. Mas a realidade já provou que os efeitos não os mesmos.

Este tema é relevante, porque cada vez que Mário Soares critica (e bem) a política do Governo, a direita tem a mania de relembrar palavras de Mário Soares de então.

O que a crónica de Nicolau Santos vem apontar é que as diferenças entre as intervenções do FMI, na década de 80 e agora, são tão grandes como o buraco que o Governo insiste em escavar.

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por sitiocomvistasobreacidade às 11:52

Eliminar o FMI, o hesitante

Domingo, 23.06.13

No início do mês, o FMI ensaiou um tímido mea-culpa, reconhecendo que foram cometidos erros na Grécia.

A partir daí a vida do FMI na Europa não tem sido fácil. O cães de fila da austeridade nacional e europeia exaltaram-se.

Primeiro foi Passos, que disse “esperar” que as três instituições – além do FMI, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu – “tivessem um comportamento de esforço para se colocarem de acordo quanto às questões principais, de modo a evitar esta incerteza e esta desconfiança nos mercados financeiros quanto à forma como os programas estão a ser executados”.

Depois, foi Cavaco que referiu, em Estrasburgo, que seria a altura de reponderar a composição dessa equipa, porque temos uma instituição que é o Fundo Monetário Internacional e temos uma Comissão (Europeia) e um Banco Central Europeu e o que nós sabemos é que os objetivos e as visões do Fundo Monetário Internacional não coincidem com as visões e os objetivos da União.

Por último, foi Barroso que apoiou a ideia apresentada por Cavaco, mas para o futuro.

Hoje, o El Pais noticia que a Troika estará mesmo à beira do fim. O FMI sairá do barco.

 

Os fanáticos na Europa da austeridade, representados pela troika lusa, Barroso-Cavaco-Passos,não suportam os céticos. Não suportam aqueles que perante o gritante falhanço da teoria da Austeridade Expansionista, dão a mão à palmatória e reconhecem alguns erros.

Para os fanáticos, a solução nunca será ver a realidade, nem muito menos mudar de política, mas antes eliminar os hesitantes.

Custe o que custar, a política da austeridade é para manter. Os mercados não podem ser assustados.

 

P.S.: Parabéns ao DN. Este fim de semana foi em cheio. No Sábado, extenso e importante artigo de Krugman, explicando ao detalhe porque falhou a teoria da Austeridade Expansionista. Hoje, com uma interessante entrevista a Noronha de Nascimento, Presidente do Tribunal de Justiça (é raro ter motivos para elogiar a imprensa).

 

 



 

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 20:47

"Com o ajustamento que fez, a Irlanda já saiu dos radares".

Terça-feira, 26.04.11

Dos dados do Eurostat, que divulgam os défices na UE em 2010, salta à vista a liderança da muy liberal Irlanda, com uns honrosos -32,4%, bastante destacada da segunda classificada, a Grécia, com -10,5%.

Estes dados fizeram-me recordar umas palavras de Mira Amaral, homem próximo de Cavaco, há menos de um ano atrás (julho de 2010): "Com o ajustamento que fez, a Irlanda já saiu dos radares". 

O resto já sabemos: A Irlanda não só não saiu dos radares dos "mercados" (apesar de ter feito fortes cortes nos salários da Função Pública logo no início de 2010), como foi forçada a pedir "ajuda" externa passados poucos meses destas extraordinárias declarações de Mira Amaral.

 

Gostaria muito que algum jornalista desta pátria perguntasse hoje ao Eng. Mira Amaral ou a outros representantes da direita portuguesa (como Paulo Portas), que sempre endeusaram o modelo irlandês, se o número de 32,4% lhes causa alguma azia e se não beliscará o dogma liberal que preconizam...

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 19:14

Wikileaks silenciados

Segunda-feira, 25.04.11

Hoje o Wikileaks revelou mais uns dados sobre a prisão de Guantanamo. A propósito disso, lembrei-me que em Janeiro de 2011, um ex- funcionário de um banco suíço nas ilhas Caimão, entregou extensa informação sobre a banca suíça e o seu modus operandi naquela off-shore. Á data, prometia-se que a informação seria divulgada no Wikileaks dentro de semanas.

Já passaram mais de 3 meses sobre o anúncio e nada mais se ouviu sobre este assunto.

Pessoalmente, nos dias que correm, estaria mais interessado em ficar mais informado sobre esse submundo da banca suíça do que ter acesso a mais um ou outro dado sobre essa abjecção civilizacional que se chama Guantanamo

Qualquer coisa me diz que nesse submundo helvético se poderão encontrar algumas pistas para desvendar o mistério de Portugal ser hoje o terceiro país do mundo com maior risco de bancarrota, à frente do Líbano ou Cazaquistão.

 

 

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 19:40

Portugal’s Unnecessary Bailout

Quarta-feira, 13.04.11

É um artigo do NYT. Pode-se concordar ou discordar, mas não se pode ficar indiferente a esta opinião, ainda para mais quando a mesma está bem fundamentada. Ficam algumas das passagens, em inglês para que não haja equívocos de tradução:

 

"Portugal had strong economic performance in the 1990s and was managing its recovery from the global recession better than several other countries in Europe, but it has come under unfair and arbitrary pressure from bond traders, speculators and credit rating analysts who, for short-sighted or ideological reasons, have now managed to drive out one democratically elected administration and potentially tie the hands of the next one.

 

(...)

 

But in Greece and Ireland the verdict of the markets reflected deep and easily identifiable economic problems. Portugal’s crisis is thoroughly different; there was not a genuine underlying crisis. The economic institutions and policies in Portugal that some financial analysts see as hopelessly flawed had achieved notable successes before this Iberian nation of 10 million was subjected to successive waves of attack by bond traders.

 

 

(...)

 

The crisis is not of Portugal’s doing. Its accumulated debt is well below the level of nations like Italy that have not been subject to such devastating assessments. Its budget deficit is lower than that of several other European countries and has been falling quickly as a result of government efforts.

 

(...)

 

Domestic politics are not to blame. Prime Minister José Sócrates and the governing Socialists moved to cut the deficit while promoting competitiveness and maintaining social spending; the opposition insisted it could do better and forced out Mr. Sócrates this month, setting the stage for new elections in June. This is the stuff of normal politics, not a sign of disarray or incompetence as some critics of Portugal have portrayed it.

 

(...)

 

In Portugal’s fate there lies a clear warning for other countries, the United States included. Portugal’s 1974 revolution inaugurated a wave of democratization that swept the globe. It is quite possible that 2011 will mark the start of a wave of encroachment on democracy by unregulated markets, with Spain, Italy or Belgium as the next potential victims.

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 20:56








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