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Mário Soares no DN

Terça-feira, 15.05.12

Em vez de se ler as gordas produzidas pelo DN, o melhor é ler o que Soares realmente escreve. Fica aqui um excerto do artigo "A surpresa Hollande", hoje publicado.

 

 

Curiosamente, na passada sexta-feira, dos Estados Unidos, que têm procurado moderar a crise financeira, que se iniciou na Wall Street em 2008 e, lentamente, feito crescer o emprego, chegou-nos a notícia terrível de que o banco J.P. Morgan, tão considerado, se meteu em especulações muito arriscadas que o fizeram perder, pelo menos, dois mil milhões de dólares. (...) Conclusão, a crise global está longe de ter abrandado ou de estar em vias disso. E sabem os leitores porquê? Porque os responsáveis que a provocaram e provocam são os mesmos que estão ainda ao leme do poder e, portanto, continuam impunes e não querem mudanças, sonhando que podem resolver a crise global mantendo os mesmos comportamentos neoliberais, pondo o dinheiro e o negocismo acima das pessoas. Realmente não podem. Mas insistem nas medidas de austeridade, ignorando que, com elas, cada vez mais, agravam a recessão - como se tem visto - e fazem crescer o desemprego em flecha. (...)

 

Ora, François Hollande, como bom socialista e com uma formação académica e política excecionais, antes e depois do seu discurso de vitória, declarou, sem papas na língua, que com a austeridade não se vai a lado nenhum, como se tem visto na Grécia e por todo o lado, incluindo Portugal. É, pois, urgente mudar de paradigma, para pôr termo à crise, como tenho vindo a dizer ao longo destas crónicas, restabelecendo a confiança das pessoas, dos Estados e das instituições europeias, na medida do possível, pondo os mercados na ordem, acabando com os "paraísos fiscais" - como já foi prometido pelo Governo português, mas não cumprido - e restabelecendo o Estado social solidário e o estado de bem-estar para todos. Sem isso, espera-nos a degradação do projeto europeu, a democracia, em começo de crise, claudica, como já se vem sentindo, e os europeus, perdida a solidariedade e confrontados com velhos e novos conflitos - e talvez guerras - não auguram nada de bom... O desemprego é, de resto, mau conselheiro, começa pela revolta e acaba pela violência...


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por sitiocomvistasobreacidade às 10:31

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