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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Um país sem defesa ou a grande golpada?

Domingo, 10.06.12

Passos Coelho recebendo um biscoito

 

O El País diz que Passos Coelho é “campeão da austeridade e das teses alemãs”. As atitudes e políticas deste governo confirmam esta análise do El País (que, claro está, foi silenciada pela comunicação social nacional).

A propósito da ajuda a Espanha, que irá ser feita aparentemente com condições mais vantajosas, a Irlanda já veio exigir condições iguais às que Madrid conseguiu.

Atitude que se pode considerar da mais elementar justiça e bom senso por parte do Governo da Irlanda.

Acham que o Governo Português vai pedir o mesmo?

Passos já se apressou esclarecer: "Não há nenhuma razão para pedir novas condições para Portugal", diz-nos o nosso governante.

Mais uma atitude lamentável, ou mesmo vergonhosa deste Governo, que deixa, uma vez mais o país à mercê das vontades destes talibãs da austeridade que mandam na Europa.

A verdade é que ao contrário do que nos querem fazer crer, a ajuda a Portugal foi também uma ajuda à banca. Vale a pena recordar que Judite de Sousa acabou por confessar que deu uma ajudinha aos patrões da banca nacional para que o resgate a Portugal fosse pedido por Sócrates.

O resgate a Portugal foi também um resgate à banca nacional, que tinha dificuldade em financiar-se, tal como agora em Espanha.

Mas Passos prefere ignorar as semelhanças e rejeita qualquer revisão do Memorando com a Troika.

Alguém, como eu, realmente preocupado com o rumo dos acontecimentos na Europa e em particular em Portugal, não pode deixar de se interrogar sobre a razão de tanta passividade, tanta preguiça na defesa dos mais elementares interesses do país. Porque não aproveitar este momento para reivindicar a revisão de um memorando que tanto desemprego e miséria tem criado?

Se não acreditarmos na hipótese da preguiça, a única resposta possível, encontra-se num post recente de Paul Krugman:

"So the austerity drive in Britain isn’t really about debt and deficits at all; it’s about using deficit panic as an excuse to dismantle social programs. (...) the drive for austerity was about using the crisis, not solving it. And it still is".

Passos, Gaspar, e demais parceiros, com António Borges não parecem querer resolver crise nenhuma. Usam a crise e o Memorando como o pretexto ideal para fazer cortar nos direitos dos trabalhadores; facilitar despedimentos; promover a mão de obra barata e sedenta para encontrar qualquer emprego, mesmo a troco de uma esmola; desmantelar escolas e hospitais públicos para tornar mais lucrativas estas àreas de negócio tão apetecíveis; entregar a privados àreas chave da nossa economia, garantindo que alguns amigos são recompensados com bons cargos nas empresas recém privatizadas.

Uma grande golpada, uma histórica vitória do liberalismo em Portugal...

PS1 - No meio disto ainda hoje penso como é que é possível que este governo tenha chegado ao poder com a ajuda preciosa de Bloco de Esquerda e Partido Comunista, que ajudaram a derrubar um Governo PS.

PS2 - Os meus aplausos para François Holande que toma algumas medidas importantes que contrariam a ideologia reinante: França vai encarecer despedimentos para combater o desemprego de 10%.

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por sitiocomvistasobreacidade às 16:14

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