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"No essencial, foi um bom ministro da Economia" - dizem eles

Sexta-feira, 03.07.09

Editorial do Diário Económico

(...)Dito isto, é fácil classificar Pinho de mau ministro. Não foi, pelo contrário. Em diversas ocasiões teve intervenções infelizes, que mostraram a sua dificuldade para gerir o fenómeno político e comunicacional, mas o que fica da sua passagem de mais de quatro anos é muito mais do que isso.

Basta um exemplo: é da responsabilidade de Pinho em uma das duas reformas mais importantes deste Governo, isto é, a política energética, que, aliás, é hoje uma estratégia óbvia, mas que não era há quatro anos. Outro: assumiu o papel de banqueiro de investimento do Governo, captou muitos milhões e não teve medo de errar, quando, em Portugal, valoriza-se apenas o sucesso, e mal

 

Bruno Maia, Comissão de Trabalhadores da Qimonda

"Em declarações à TSF, o responsável da Comissão de Trabalhadores da Qimonda não escondeu o seu pessimismo com a saída de Manuel Pinho do Governo, uma vez que poderá ser negativo para o processo de recuperação da empresa.

Bruno Maia desconhece quem o vai substituir na relação com os trabalhadores e administração da Qimonda, o que o faz «sentir um pouco pessimista em relação ao futuro».

«Não temos dúvidas que o senhor ministro Manuel Pinho estaria envolvido neste processo, havendo até um contributo pessoal muito forte e muito importante», adiantou."

 

António Chora, Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa

"A Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa também tem dúvidas que a acumulação de pasta que Teixeira dos Santos vai ter seja positiva, pois a «concentração dos ministérios, ainda que por três meses, num ministro pode não ajudar se a crise se continuar a agravar».

Sobre Manuel Pinho, António Chora considerou que o ex-ministro «se preocupou com a defesa dos postos de trabalho e manutenção do investimento estrangeiro em Portugal» no geral e não apenas no que se refere à Autoeuropa."

                          

ANJE - Associação de Jovens Empresários

"Numa nota enviada à imprensa, Francisco Maria Balsemão, presidente da ANJE, elogia “os aspectos positivos da acção governativa de Manuel Pinho” e espera que o Ministério da Economia seja na prática liderado pelo secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação."       

 

Silva Lopes

"Silva Lopes, antigo ministro das Finanças e antigo governador do Banco de Portugal, admitiu, esta sexta-feira, que Manuel Pinho nem sempre foi feliz nas declarações que proferiu, mas, no essencial, foi um bom ministro da Economia".

 

Eduardo Catroga

"O antigo ministro das Finanças, Eduardo Catróga, afirmou, esta quinta-feira, que Manuel Pinho «merecia chegar ao final do mandato» no Ministério da Economia, destacando que é uma pessoa com «capacidades» e «ideias»".

 

 

Editorial do Diário Económico

 

 

 "(...)Dito isto, é fácil classificar Pinho de mau ministro. Não foi, pelo contrário. Em diversas ocasiões teve intervenções infelizes, que mostraram a sua dificuldade para gerir o fenómeno político e comunicacional, mas o que fica da sua passagem de mais de quatro anos é muito mais do que isso.

 

 

Basta um exemplo: é da responsabilidade de Pinho em uma das duas reformas mais importantes deste Governo, isto é, a política energética, que, aliás, é hoje uma estratégia óbvia, mas que não era há quatro anos. Outro: assumiu o papel de banqueiro de investimento do Governo, captou muitos milhões e não teve medo de errar, quando, em Portugal, valoriza-se apenas o sucesso, e mal."

 

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