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Associações de pais elogiam reformas do Governo

Segunda-feira, 24.08.09

Estas reformas não podem ser rasgadas:

 

Associações de Pais dizem que planos de recuperação e aulas de apoio estão a resultar

A Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP) manifestou-se hoje satisfeita com a redução das taxas de reprovação e abandono escolares, considerando que os planos de recuperação e as aulas de apoio estão a dar resultados

 

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:56

As fontes de Belém e os seus mensageiros

Segunda-feira, 24.08.09

Apesar do regresso ao tema de Aguiar Branco, quem não se deixou convencer foi Mário Crespo, que hoje assina um tratado sobre a forma de fazer política das fontes de Belém, e do jornal Público. Mário Crespo tem experiência de muitos anos de jornalismo, e sabe o que a casa gasta. O artigo merece ser lido na íntregra, mas ficam uns excertos:

 

"O "Público" é hoje um jornal de opinião. E tem direito a sê-lo. Tal como o "Avante", o "Portugal Hoje" ou o "Portugal Socialista", defende a orientação que as suas tutelas definem.

(...)

"Admitindo o próprio jornal que aquilo que publicou não é confirmável, resta-nos tentar entender o que é que levou o "Público" a fazer isso. Mais adiante, no mesmo editorial, há outra pista. Lê-se que o que as fontes de Belém fizeram foi "um aviso à navegação". Ao escrever isto, José Manuel Fernandes admite que, contactado pelas sombrias "fontes de Belém", se prestou a ser veículo desse aviso, fosse ele confirmável ou infirmável."

(...)

"Já tive a minha dose de problemas com "fontes de Belém". Denunciei-as por estarem a colocar sob anonimato notícias nos jornais que depois não confirmavam oficialmente, criando embaraços aos editores mais crédulos. O chefe da Casa Civil, Nunes Liberato, brindou-me com uma queixa aos meus empregadores. É distinção que me honra e faz curriculum. Fiquei agora a saber que "as fontes de Belém" estão não só secas de confirmações, mas estão a secar a dignidade informativa à sua volta".

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:36

A política de sarjeta - Parte II

Segunda-feira, 24.08.09

A doutrina que Ferreira Leite apresentou ao país, segundo a qual "não interessa saber se houve ou não escutas, o que é importante é saber que as pessoas acham que há", não foi uma gafe de Ferreira Leite, mas é antes a frase que melhor resume aquilo que o PSD está disposto a fazer para chegar ao poder.

Hoje, foi Aguiar Branco, o seu inseparável n.º 2, ex-Ministro da Justiça, que pega novamente no assunto, num artigo publicado no Jornal de Negócios, para dizer que "A imprensa escrita revela, agora, que na Presidência da República se suspeita que assessores do Presidente são objecto de escutas telefónicas, sabe-se lá por quem…". A partir daqui, Aguiar Branco lança um chorrilho de acusações ao Governo.

Ao retomar o tema, que foi criado por fontes anónimas da Casa Civil da Presidência da República, e ao tentá-lo aproveitar politicamente, Aguiar Branco, apenas torna mais clara a aliança que existe entre certa imprensa, na qual o Público obviamente se inclui, a Presidência da República e o PSD, para derrotar o PS nas próximas eleições. 

Mais importante do que um programa de Governo, o PSD acha que é assim, recorrendo à calúnia, que consegue chegar ao poder.

Até 27 de Setembro, a questão da suposta asfixia democrática estará na agenda e fará manchetes (ver a este propósito a capa do Correio da Manhã de hoje).

 

PS - Neste artigo, ficou também claro o desapontamento do PSD face ao Procurador Geral da República e à Procuradora Cândida Almeida. Vindas de um ex-Ministro da Justiça não será esta uma forma de pressão sobre o Ministério Público?

 

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:12





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