Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

 



Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D


As mulheres de Cavaco, por Daniel Oliveira

Segunda-feira, 27.12.10

As mulheres de Cavaco

"Há quem ache que Cavaco não é de direita. Engana-se. Cavaco é a única direita que realmente existe em Portugal: conservadora, tacanha, provinciana, caridosa e estatista. A outra, liberal, cosmopolita e tão pouco latina, se não se adaptar terá de esperar muito tempo pela sua vez. Passos Coelho, que representa tudo o que Cavaco despreza, irá descobri-lo muito mais cedo do que julga".

 

É a segunda vez em poucos dias que cito uma crónica de Daniel Oliveira para o Expresso. Parece-me que tem sido dos cronistas que melhor tem escrito sobre a mais pérfida figura da democracia portuguesa, Cavaco Silva.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

por sitiocomvistasobreacidade às 10:47

A vitória dos zombies, Krugman

Segunda-feira, 27.12.10

A vitória dos  zombies, Krugman

 

"Quando os historiadores olharem para o período de 2008 a 2010, o que mais os surpreenderá, estou convencido, será o estranho triunfo das ideias falhadas. Os fundamentalistas do livre mercado não têm razão em nada - mas apesar disso dominam mais que nunca a cena política.

 

(...)

 

Os fundamentalistas do livre mercado têm estado tão errados em relação aos Estados Unidos como aos outros países - e têm escapado igualmente a ser acusados desses erros. Em 2006, George Osborne [aqui podemos substituir Osborne, por Paulo Portas] declarou que "a Irlanda é um exemplo brilhante da arte do possível na política económica a longo prazo". Ups! Apesar disto, é actualmente o máximo responsável da política económica do Reino Unido.

Nestas suas novas funções, está a procurar emular a política de austeridade adoptada pela Irlanda depois do rebentamento da bolha. No fim de contas, os conservadores dos dois lados do Atlântico passaram grande parte do último ano a louvar o êxito retumbante destas medidas de austeridade.

"A abordagem irlandesa resultou em 1987-89 - e está a resultar agora", afirmou Alan Reynolds, do Cato Institute [aqui podemos substituir Alan Reynolds, por Mira Amaral, por exemplo] , no último mês de Junho. Ups, outra vez.

(...)"

Autoria e outros dados (tags, etc)

por sitiocomvistasobreacidade às 10:40





Comentários recentes

  • Joao Saturnino

    Parabéns pelo seu blog, especialmente por este "in...

  • Frango Zappa

    Quanto custa o Mario?

  • E os Homens da Luta, por onde anda essa gente? E a...

  • cheia

    Tantos erros, e nem um culpado!

  • MCN

    O problema é a raqzão porque Afonso Camões não diz...


subscrever feeds