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Importa-se de repetir?

Terça-feira, 19.07.11

Uma frase no comentário que Luís Delgado acabou de fazer (22h48) na SIC-N fez-me soar uns alarmes.

A entrevistadora, Ana Lourenço, perguntou-lhe qualquer coisa sobre as dificuldades acrescidas que os jornalistas sentirão no acesso a fontes de informação, em resultado do caso Murdoch.

A resposta é enigmática, mas nem por isso pouco esclarecedora:

"Muitos daqueles canais, muitos daquelas formas com que nos relacionávamos, no nosso país, com os nossos políticos, com o nosso sistema judicial, em particular, e com os nossos polícias, eventualmente podem vir, durante uns tempos, a ter um aperto ainda maior".

 

Importa-se de repetir, Luís Delgado?

Promiscuidades entre jornalistas e políticos já não me surpreendem, mas com o sistema judicial julgo que é a primeira vez que vejo reconhecidas por um jornalista. Fala exactamente de quem? De juízes e magistrados do Ministério Público? E que polícias são essas? a PJ?

Também acho interessante que Delgado espere apenas que a poeira assente para que tudo fique na mesma.

Uma frase que teria muito, muito que explicar.

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:00

As polícias, os políticos e os media

Terça-feira, 19.07.11

No Reino Unido, o número 1 e número 2 da Scotland Yard demitiram-se por terem alegadamente protegido o Grupo News International e não darem o devido seguimento ao caso das escutas ilegais.

Por cá sabe-se que o caso Freeport foi cozinhado numa santa aliança entre media, políticos e agentes da PJ, mas como país de brandos costumes que somos, tudo ficou como se nada fosse. Relembremos, pois, uma das poucas notícias que na altura foram publicadas sobre o assunto

 

Caso Freeport Empresario levou Miguel Almeida PSD a jantar com inspectora da PJ

2007-06-01

lusa

Lisboa, 01 Jun (Lusa) - O empresário Armando Jorge Carneiro revelou hoje em tribunal que, em 2005 e antes das legislativas, levou Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes, a jantar com uma inspectora da PJ que acompanhava o "caso Freeport". 

Esta testemunha falava durante o julgamento, em Lisboa, em que o ex-inspector da PJ de Setúbal José Torrão e os jornalistas Inês Serra Lopes e Francisco Teixeira, do extinto semanário "O Independente", são acusados de violação do segredo de justiça na sequência de notícias, publicadas em Fevereiro de 2005, sobre investigações ao "caso Freeport", que alegadamente envolviam o então líder do PS e actual-primeiro-ministro José Sócrates. 

O caso Freeport, relacionado com o licenciamento desta obra em Alcochete quando o titular da pasta do Ambiente era José Sócrates, mereceu destaque nos media em Fevereiro de 2005, em plena campanha para as eleições legislativas, depois de terem sido noticiadas buscas da PJ e avançadas informações de que Sócrates estava a ser investigado, o que foi depois desmentido pela Direccão da PJ. 

O ex-presidente do Conselho de Administração da revista "Tempo" contou em tribunal que o primeiro contacto que teve com José Torrão, que também é acusado neste julgamento de violação de segredo de funcionário, ocorreu, em Janeiro de 2005, na sua casa na Aroeira, tendo o ora arguido sido-lhe apresentado pelo advogado Bello Dias.(...)

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por sitiocomvistasobreacidade às 12:35





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