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"Esperam-vos 15 anos de estagnação se não houver perdão de dívida"

Domingo, 17.03.13

A frase que dá título a este post é de Kenneth Rogoff e foi proferida em entrevista ao Expresso desta semana. Rogoff é Prof. da Universidade de Havard e co-autor de This Time Is Different: Eight Centuries of Financial Folly (uma obra que analisa crises financeiras globais e bancarrotas desde o século XIV).

Um excerto da entrevista:

"Expresso:

- Mas essa é a pedra basilar da mensagem política que é dada por Bruxelas- que o que se fez, em condições limite, com a Grécia é uma exceção a não repetir.

Rogoff:

-A UE seria louca se chutasse a Grécia para fora. Tornar-se-ia vulnerável. Por isso atuou. Mas o que eu acho é que são muito prováveis mais restruturações de dívida - não necessariamente transparentes

- E: O que entende por restruturações não transparentes?

- R: Juros mais baixos é uma forma de reestruturação. Garantias implícitas dadas pelo BCE também são. Um conjunto de políticas designadas por repressão financeira à escala da zona euro, também."

 

Fico totalmente convencido sobre a inevitabilidade de uma restruturação. E gosto desta sugestão de se baixarem os juros. Reeembolsava-se o capital, mas não os juros.

Para além de ser uma questão de sobrevivência coletiva, é também uma questão de justiça: não pagar os juros usurários que nos cobram há 3 ou 4 anos a esta parte é justíssimo.

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por sitiocomvistasobreacidade às 21:58





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