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Até hoje, dia 8 janeiro 2014, como Presidente República, Primeiro Ministro e Ministro das Finanças, Cavaco Silva está no poder há 6908 dias (18 anos e 339 dias). .

Agora temos, ao menos, este auxílio: Um relógio com a contagem decrescente para a libertação final!!

Agradecemos ao CDS-PP ter dado a ideia do relógio com contagem decrescente!

Este contador assume que o mandato de Cavaco terminará a 29 de Fevereiro de 2016 (para nosso azar, 2016 é ano bissexto)


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Comentário de Sócrates por temas. 13 de outubro 2013

Domingo, 13.10.13

Sócrates analisa o corte de pensões de sobrevivência anunciado por Paulo Portas

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por sitiocomvistasobreacidade às 23:30

A última réstia de soberania

Sábado, 06.04.13

Ontem não pude deixar de ficar satisfeito com o chumbo do Tribunal Constitucional ao Orçamento 2013.

Como vítima dos cortes dos subsídios de férias e Natal, sempre achei bizarro que se discriminassem contribuintes não com base no tipo ou volume de rendimento, mas apenas com base no nome do empregador. 

Mas a minha satisfação residiu sobretudo no facto de, finalmente, um orgão de soberania ter sido capaz de enfrentar as Troikas e de não sucumbir perante ameaças de Merkels, Schaubles, ou Rehns. É obra!

Quando os ingleses nos lançaram o Ultimato em 1890, aquilo que mais afetou a nossa Pátria, não foi tanto a perda da Rodésia e das suas riquezas, o que nos doeu e causou marcas, que ainda hoje persistente na nossa relação com os britânicos, foi termos sucumbido ao poder de uma Nação que sempre foi tida por aliada.

Do mesmo modo, as marcas que esta crise deixará em Portugal estarão longe de ser meramente económicas. As humilhações que nos estão a ser impostas pelos nossos "parceiros" europeus e que têm vindo a ser aceites, de forma servil, por este Governo, deixarão sequelas profundas e duradouras num povo de brandos costumes e de fraca auto-estima.

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por sitiocomvistasobreacidade às 17:54

Um mau exemplo: Longe não é um bom lugar.

Sexta-feira, 04.11.11

Não concordo com a abstenção do PS neste orçamento. Voluntariamente ou não, o PS coloca-se ao lado desta austeridade que é imposta a 99% da população (conforme se pode ler aqui e aqui a austeridade não é para todos). Perdeu-se uma excelente oportunidade para que o PS se afastasse destas políticas que nos são impostas pela Alemanha, e aplicadas pelo Governo PSD/CDS, que ainda por cima teima em ser mais papista que o Papa.

 

A justificação de António José Seguro também não me convence de todo: “Não farei a Portugal aquilo que o líder da oposição grega fez à Grécia”. Acho um mau exemplo. Para quê ir tão longe? 

Bastaria dar um exemplo que nos é bem mais familiar. Seguro podia ter simplesmente dito: "Não faremos o que a oposição, liderada por Passos Coelho, fez a José Sócrates".

Essa explicação seria bem mais convincente.

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por sitiocomvistasobreacidade às 10:05







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